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    "pncp": "01683866000107-1-000034/2025",
    "objeto": "Contratação do serviço de locação de estande com espaço personalizado e exclusivo na feira ¿3ª Feira da Economia Popular¿ a ser realizado no período de 04 a 06 de abril de 2025, no Campo do Lolão ¿ São Cristovão no município de Vitória ¿ ES",
    "uf": "ES",
    "modalidade": "Inexigibilidade",
    "situacao": "Divulgada no PNCP",
    "orgao": "AGENCIA DE DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS E DO EMPREENDEDORISMO - ADERES",
    "unidade": "AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS E DO EMPREENDEDORISMO",
    "valor_estimado": 194600,
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    "amparo_legal": "Lei 14.133/2021, Art. 74, I",
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    "municipio": "Vitória",
    "municipio_ibge": "3205309",
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    "ano_compra": 2025,
    "sequencial_compra": 34,
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    "informacao_complementar": "A economia popular tem suas raízes em contextos históricos nos quais as camadas mais humildes da sociedade utilizavam espaços públicos, como ruas e praças, para desenvolver suas atividades econômicas. Esse fenômeno é marcado pela informalidade e individualização dos pequenos comerciantes, que, em sua maioria, possuem origens simples e operam de forma autônoma. No entanto, a partir do final do século XX, a economia popular ganha maior visibilidade e atenção, impulsionada pela promessa de um sistema de bem-estar universal. Contudo, é importante destacar que essa promessa não se concretizou plenamente, especialmente em países com contextos econômicos distintos dos chamados países desenvolvidos.\n\t\nEm particular, a realidade latino-americana revelou um cenário desafiador: metade de sua população economicamente ativa ainda dependia de trabalho informal. Esse fenômeno expõe as complexidades e desigualdades do sistema capitalista, que, apesar de sua expansão, não consegue garantir inclusão social plena para todos os indivíduos.\n\nDentro dessa dinâmica, as feiras de economia popular se destacam como espaços de comercialização e convivência, organizadas em áreas distintas, como a venda de produtos manuais, confecção, alimentos típicos e regionais, produtos do agronegócio e artesanato, além de contar com espaços destinados a atrações culturais, musicais e artísticas. Essas feiras tornam-se um reflexo do empreendedorismo popular, oferecendo uma plataforma para a produção local e o fortalecimento da economia informal.\n\nNo entanto, é necessário ressaltar que, para participar dessas feiras, os expositores devem atender a critérios específicos. Os produtos vendidos e expostos devem estar diretamente relacionados ao objetivo da feira, e todos os participantes serão selecionados por uma equipe organizadora, que adota um processo criterioso de avaliação.\n\nNa 3ª Feira da Economia Popular, realizada no município de Vitória - ES, destaca-se a importância das parcerias com movimentos sociais locais. Essas parcerias são fundamentais para fortalecer o reconhecimento da economia popular na região e para promover o empreendedorismo entre a população. O apoio institucional e social contribui significativamente para a visibilidade e a sustentabilidade dessas iniciativas.\n\nA economia popular, com seu caráter informal e autônomo, desempenha um papel crucial na estruturação econômica de muitos países, especialmente em regiões da América Latina. As feiras e outros espaços de comercialização são essenciais para a promoção do empreendedorismo local e para a inclusão de grupos tradicionalmente marginalizados do sistema formal de trabalho. A parceria entre movimentos sociais e organizações locais, como observado em Vitória - ES, é vital para o fortalecimento dessas práticas e para o reconhecimento de sua importância no contexto social e econômico.\n",
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